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5 de out. de 2009

Momentos Unicos

Foto: Dr. Rom e Bie (noiva)

Você entra no onibus, todas as cadeiras está ocupadas menos aquela ao lado de uma beldade.
O cara se senta e seu rosto começa a esquentar de incomodo por estar ali. E eis que o mais absurdo (ao seu ver) acontece: ela começa a puxar assunto.

Ou voce vê uma pessoa e é amor à primeira vista.

Parece coisa de filme, mas isso pode acontecer com uma frequencia maior do que voce possa imaginar.

E fica a pergunta martelando na sua cabeça: O que eu faço?

Os homens ficam paralisados como se estivessem com um abismo a sua frente e um estouro de elefantes vindo em sua direção. Nós nunca esperamos que uma coisa dessas possa acontecer.

Uma dica de quando isso rolar: mantenha a calma e seja voce mesmo.
Não tente impressionar a beldade com uma coisa que não é voce. Até porque se fizer isso vai começar a viver uma mentira se acaso isso der para frente.

E uma segunda dica: nunca deixe para fazer amanha o que pode fazer agora. Ainda mais que algumas oportunidades podem nunca mais se repetir.

Diga o que sente; perca as estribeiras; viva intensamente; pule; grite; aproveite cada momento e não tenha medo de pagar mico. A vida é para ser dessa forma.

É clichê? Com toda a certeza que é, mas a vida é assim mesmo.
Curta a vida. Carpe Diem

12 de abr. de 2009

Amor à primeira vista?


Quem nunca se sentiu atraído por uma pessoa logo no primeiro contato visual?

Provavelmente isso já deve ter acontecido inúmeras vezes. Agora o porquê disso é o grande mistério da natureza humana.

Um grupo de cientistas tem estudado o fato descrito e viram que mais uma vez o grande culpado é nosso código genético. Esse emaranhado de informações, mais parecendo um grande mainframe é o responsável por aquela paixão avassaladora que de tempos em tempos nos atinge como uma grande flecha.

Já sabemos que o DNA (em pt.: ADN) é responsável pela escolha “aleatória” dos nossos gostos, preferências e outras coisas subjetivas. Tal como é responsável pela organização dos nossos sentidos, cor de pele, cabelo e olhos, aparência e até mesmo pré-disposição para acometimento de algumas doenças.

E quanto a sentimentos? Sabemos que o nosso cérebro é o responsável pelos sentimentos (apesar de continuarmos a associar os mesmos com o coração) e trabalha como um grande processador de informações externas. Mas será ele o grande responsável?

Na verdade ainda não foi nada provado, pelo menos não no código genético humano. O grupo de cientistas da Universidade de Cornell verificou que no emaranhado genético de algumas moscas estudadas é isso que acontece.

As fêmeas desse tipo de moscas estão habilitadas a reconhecer quando um macho é geneticamente compatível possibilitando varias tendências orgânicas, tais como a produção de mais ovos no acasalamento com esses machos-α do que no acasalamento com outros tipos de machos não reconhecidos pelo DNA como favoráveis.

Os mesmos cientistas de Cornell dizem que os humanos são bem diferentes das moscas, o que é um tanto obvio, mas que existe a possibilidade de que as mulheres tenham conseguido se adaptar para tal proeza.

Mas a verdade é que acredito que o nosso organismo tenha se adaptado com o passar dos anos pré-historicos a verificar qual o individuo que iria gerar o descendente mais apto a sobrevivência, mais rápido e com mais pré-disposição a liderança. E com o passar dos anos isso foi sendo atribuído e gravado em nosso DNA.

A minha resposta a questão levantada no inicio deste texto é: Sim.