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8 de set. de 2009

Com Certeza, "A Melhor Garfada"

Existe um site; existe uma escritora; existe uma escritora apaixonada por diversas comidas.

Quantas vezes vocês já viram algo desse tipo? Algumas certo? Mas o que difere Astrid Beyer, dona do A Melhor Garfada, é a forma divertida como ela expoe seus pensamentos e suas deliciosas experiencias com diversas culinárias.

E com base nisso a minha curiosidade ficou enlouquecida e tentei algo meio que jogado no escuro: mandei um email para ela perguntando se poderia fazer uma entrevista. Tudo bem que a vontade era sentar em um dos carismaticos restaurantes que ela menciona em seu site e trocar uma ideia e mediante a isso fazer a entrevista, mas como a mocinha em questão é ocupada e eu também, utilizamos do meio de comunicação mais abrangente da atualidade: a internet.

Segue abaixo a entrevista feita a Astrid Beyer e gostaria de deixar um grande beijo e um grande obrigado a mesma, por ter me concedido essa entrevista.

1) Como surgiu essa sua fascinação pela culinária em geral?

Bom, quando eu nasci, meu pai abriu uma pizzaria, que logo virou uma rede. Não demorou muito para eu ser viciada em pizzas. Depois de um bom tempo, ele começou a cozinhar em casa nos finais de semana, enquanto minha mãe fazia as sobremesas. Assim, era um ótimo motivo para reunir a família nos almoços, e foi começando a minha fascinação pela culinária. Cada vez mais fui criando gosto em sair para comer, provar comidas novas, diferentes e essa paixão só foi aumentando. Até que resolvi criar o blog para compartilhar isso com outras pessoas.

2) De onde veio a idéia de chamar o blog de A Melhor Garfada?

Quando surgiu a idéia de criar um blog, levei 2 semanas pensando em um bom nome, até que escolhi Boa de Garfo, depois de ter comprado o domínio e registrado esse nome, descobri que já existia um blog com esse nome. Aí, tive que correr para decidir outro nome, e veio uma luz na minha cabeça com o nome A Melhor Garfada, que modéstia parte, achei sensacional, porque define exatamente o intuito do blog.

3) Teve algum momento de gafe na cozinha? Qual?

Não, gafe não cometi nenhuma ainda. As poucas vezes que tentei fazer algo saiu direitinho. Adoro fazer doces, mas sou meio preguiçosa, por isso prefiro comer a cozinhar...

4) Alguma vez chegou em um restaurante sem acreditar no lugar e acabou se surpreendendo?

Sim, várias. O Siri (que já coloquei no blog) é um lugar bem simples em Vila Isabel, feio, barulhento e sem ar condicionado, fui achando que seria horrível, mas a comida, em especial o pastel de camarão e o risoto de camarão, me surpreendeu muito.
O Da Graça eu já tinha ido de noite para beliscar, achei legal, com decoração diferente, mas quando fui de manhã fiquei surpresa com o lugar e a comida. Não esperava que o almoço fosse tão bom como foi, em um lugar bem agradável.
O Market eu tinha ouvido falar mal, e fiquei sem vontade de conhecer, mas acabei indo com uma amiga que gosta de lá. Fui sem esperar muita coisa do lugar, mas saí bem satisfeita.
Também fui a um restaurante esperando muito que não me surpreendeu, como o Cabaña Las Lilas, na Argentina. É um restaurante de carne super caro e não achei tão maravilhoso assim, é gostoso, mas não vale o preço.

5) Um restaurante que tenha marcado?

Um restaurante que marcou muito foi um Tailandês em Londres, que fui há anos. Se chama Bhan Thai e foi o primeiro de comida tailandesa que fui na vida. Gostamos tanto da comida que acabamos com o estoque de rolinho primavera do lugar e depois ainda devoramos os pratos. Foi a minha primeira experiência de tailandês e o impulso pela minha adoração por essa culinária. Depois conheci o Sawasdee em Búzios (que tem também no leblon) e logo após o Nam Thai que eu adoro, é certamente um dos melhores restaurantes na minha opinião.

6) Qual tipo de culinária que mais te atrai?

Sem dúvida a culinária que mais gosto é a italiana.

7) Alguma vez já experimentou alguma comida afrodisíaca? Qual foi a sensação?

Sim, a comida tailandesa é afrodisíaca e eu sou apaixonada. A mistura de sabores é sensacional. Pode parecer estranha a variedade de sabores em um só prato, mas no final, fica realmente excelente, além de ser afrodisíaco!

8) Fale um pouco das experiências como crítica gastronômica.

As minhas experiências são ótimas, estou sempre buscando lugares novos para poder indicar, sempre tentando provar de tudo. Quando chego no restaurante não falo para ninguém que tenho blog de gastronomia, simplesmente aproveito o momento e depois dou a minha opinião. Grandes experiências são os almoços na casa dos meus pais, quando fazem um banquete e eu sou sempre a primeira a provar e dar a minha opinião, é maravilhoso!!

Quem quiser conhecer essa maravilhosa pessoa que é a Astrid Beyer pode encontrar-la no site A Melhor Garfada, onde tem sempre uma nova dica sobre um otimo restaurante, seja para um Happy Hour ou para aquele encontro gostoso. Acesse e se delicie.

4 de set. de 2009

Kadu Castro em Pauta


Estava navegando de manhã pela Net, a grande onda cibernetica, quando percebi que seria uma otima ideia se eu entrevistasse alguem para colocar no blog.

Foi quando recebi um email do meu amigo Kadu Castro, pai e criador do Ornitorrinco Suicida, o Escalafobético, puxando assunto e eis que não perdi a oportunidade e mandei para ele umas perguntas basicas sobre ele e sua cria/amigo.

E eis que surgiu um papo bastante informal e divertido, como vários papos que tivemos.

1) Muitas pessoas observam o trabalho que você tem feito, como se sente sendo reconhecido desde novo?

Não acho que seja "desde novo", exatamente. Até a época do colégio eu só era conhecido no círculo familiar como "o sobrinho/neto/filho que sabe desenhar". Eu queria ser médico, pelamordedeus! A brincadeira de "ser conhecido" só começou mesmo lá pela época do vestibular quando eu publiquei o Ornitorrinco Suicida pela primeira vez no Megazine. E isso tem mais ou menos uns 9 anos.

2) O Ornitorrinco foi publicado anteriormente pela revista Megazine, como vc definiria aquela epoca?

Ah, foi muito f*da! Nunca tinha publicado nada, mandei sem nenhuma expectativa e pimba! Um dia ele estava lá, no verso de um jornal famoso do RJ! E como todo mundo da minha idade naquela época estava fazendo vestibular, eu sabia que um monte de gente iria ler. Foi bem, bem legal.

Depois virou hábito. Durante uns dois anos e pouco, eu mandava uma tirinha quase todo mês e elas eram publicadas nesse esquema também. Às vezes o pessoal do jornal entrava em contato comigo pra mudar algumas coisas pq eles gostaram muito da tirinha, mas não podiam publicar deste jeito, etc.

E foi quando eu passei pra faculdade que eles pararam de publicar. Talvez pra não ter que me pagar ou porque eu não era mais estudante de Ensino Médio, etc. Nunca soube, na verdade. Mas foi isso que me deu pique de montar um blogue e publicar as tirinhas online. E ainda hoje sempre aparece alguém comentando "Cara, você que faz o Ornitorrinco Suicida? Pô, eu lia isso no MegaZine e achava muito legal"! E não tem nada melhor que isso. =)

(bom, talvez sexo, chocolate, dinheiro, mansões e mulheres, mas quem tá contando, né?)

3) No blog do Ornitorrinco Suicida, existem varios remakes de filmes com personagens idealizados por voce. O que motivou voce a fazer isso?

Eu me classifico às vezes como um "parodiador". Eu gosto de paródias. Eu sei fazer paródias. E sempre que eu vejo um filme ou série, acaba surgindo uma piada ou outra na minha cabeça... E acho que a paródia é a melhor maneira de ilustrá-la. Muitas vezes eu chego atrasado como com LOST e 24 Horas, mas se a piada vale a pena, acho que tb vale a pena montar a paródia.

No geral, são produções que eu curto e que eu gosto de brincar.

4) Como voce teve a ideia de criar o Escalafobético e a galeria de personagens?

Quando eu era pequeno, meus pais viajaram comigo para a Austrália e de lá nós voltamos com um ornitorrinco de estimação. O nome dele era "Mate" (soa "meite" que é "parceiro" em inglês e é uma gíria na Austrália). Ele não sobreviveu nem duas semanas aqui e eu nunca soube o porquê. Fiquei muito triste, enfim... Anos depois eu rabisquei no caderno um desenho de um ornitorrinco e lembrei dele. Daí em diante foi só brincadeira e comecei a adicionar amigos pra compor tudo.

Juro que não teve muito "trabalho" de criação, eles foram meio que surgindo por conta própria, dependendo do que a história precisava. Para manter uma certa coerência, eu comecei a reutilizá-los e agora eles são personagens fixos no elenco das tiras. Bom, pelo menos a Dona Minhoca e o Marx Engels (o ornitorrinco surfista).

Só muuuuuito tempo depois é que eu resolvi dar um passado pra cada um deles, mas aí é outra história. =)

5) Voce foi um dos vencedores do concurso feito pelo site Bichinhos de Jardim. Conte-nos sobre a experiencia de participar do concurso.

Cara, não foi nada demais. Foi mais uma brincadeira do que um "concurso" propriamente dito. Você se importa de não falar sobre isso? =)

6) Conte-nos um pouco sobre Kadu Castro, seus projetos e ideias.

Essa eu vou deixar o Escalafobético responder.
O Kadu Castro é um porco chauvinista misógino, um mau pai, que ignora o próprio filho por anos só para resolver explorá-lo depois e ganhar dinheiro em cima e...

Ok, esquece. Eu sou só um cara que gosta de contar histórias. Fazer uma tira em quadrinhos é uma das formas que mais me agradam, por isso eu tenho esse blogue do Ornitorrinco Suicida. Os projetos futuros (nossa, pareço até importante, hehe) envolvem uma evolução do blogue pra um site do Ornitorrinco, mais completo, mais bonito, mais fácil de ler e sem previsão (*suspiro*).

Isso além de "produtos relacionados", óbvio. Mas tudo a seu tempo, eu tb sou um cara que não corre com as coisas. Sem muitas promessas, mas talvez até o final do anos estaremos aí com umas camisetas do Ornitorrinco Suicida e finalmente veremos se isso deslancha de uma vez! =)

Se quiser conhecer um pouco mais dos pensamentos e das tirinhas sob a assinatura do Kadu Castro, ele tem dois bloges, um com o nome do Ornitorrinco Suicida e o Caixa de Mensagens, onde voce pode encontrar o Twitter dele e outras formas de encontrar esse rapaz promissor.

3 de set. de 2009

Com água na boca


Bateu fome?
Com vontade de embarcar em algum restaurante "chique", mas com um preço confortavel?
Pois bem, a Astrid Beyer, dona do site A Melhor Garfada, é mestra em encontrar essas iguarias.

Astrid é advogada, mas apaixonada por culinária ou pelo menos, como ela mesmo diz, pelo saborear de uma boa culinária.

A mocinha já percorreu varios pontos do Rio de Janeiro e São Paulo em busca das melhores experiencias gastronomicas.

Ficou com agua na boca?
Então visite o site da mocinha citada e confira uns points de deixar qualquer goumert desbancado e com vontade de largar tudo, sentar e se fartar das comidas.

Faça uma visitinha ao site ela e garanto que não vai se decepcionar.

Em breve pretendo postar uma entrevista com ela, aguardem.