19 de fev. de 2009
Novidade
Carnaval - Folgança e Pândegas

O Carnaval está aí, já entrando na folia e na dança. Com seus carros alegóricos, suas mulatas semi-nuas, foliões altamente alcoolizados, sem esquecer dos foliões vestidos de mulher andando pela rua.
Para os assanhadinhos são, em média, 5 dias que têm a possibilidade de 'faturar' aquela gatinha visada. E se não usar a nossa famosa amiga, a CAMISINHA, a festa vai ser apenas o prelúdio da brincadeira de casinha.
Nota: já percebeu a quantidade de crianças que nascem em outubro/novembro? Frutos do Carnaval.
[Rom se lembra que nasceu em novembro]
Uma novidade para alguns e nem tanto para outros. Mas a minha curiosidade morbida mais uma vez me fez enveredar pelos lados da pesquisa.
[Momento 'Você Sabia?']
O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo 'adeus à carne' ou 'carne vale' dando origem ao termo 'Carnaval'.
Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo.
A festa carnavalesca surge a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra 'carnaval' está, desse modo, relacionada com a idéia de afastamento dos prazeres da carne.
Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira Gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
18 de fev. de 2009
Fictício e Real – Mulher ideal

Todas as mulheres, mesmo sem querer admitir, sabem que todo homem que se preze, tem ou já teve algum contato com material erótico masculino (não é masculina, por ser com homens nus, mas por ser destinado a eles).
E isso é considerado normal em muitos relacionamentos. É claro que tem que haver certa ponderação; o cara não vai deixar a mulher de lado para ficar na frente de uma revista ou computador vendo imagens/vídeos/whatever de material adulto, não é?
Não sou pai de ninguém (não que eu saiba) e muito menos um padre (até porque acho que não seria aceito, por meu modo de vida pregressa), para dizer o que podem ou não fazer. O que está em jogo é apenas o relacionamento de vocês.
[Rom com olhar demoníaco e sorriso sacana]
Mas não é sobre isso que eu vim falar, mas tem haver com isso.
Um colega da Empresa chegou até a minha pessoa e me mostrou a ‘Playboy’ da Jéssica Maia; à primeira vista, juro que não saquei o que era aquilo e depois que eu vi o nome da revista, me deu aquele estalo de compreensão.
Da forma que ele me entregou, guardei na gaveta da mesa.
O motivo dessa reação, não é uma hipocrisia do tipo ‘detesto essas revistas, porque transformam as mulheres em objetos’ ou outra coisa que valha. É algo muito mais simplório.
Hoje tenho meus 24 anos, bem vividos e aproveitados no máximo que pude (e que tive dinheiro). Fiz de tudo um pouco nesses anos. E como todo homem, com os meus 12~14 anos, eu não perdia uma única oportunidade de ter uma revista dessa sob a minha custodia. E não sou nenhum santo ou hipócrita. Sou homem como qualquer outro e me masturbava imaginando mulheres com pele lisa e sedosa como um pêssego.
Conheço muitos homens que apesar de casados, continuam a ‘homenagear’ algumas modelos/atrizes/mulheres/whatever que aparecem nessas revistas.
Mas voltando ao ponto principal; o motivo pelo qual a revista está no mesmo local que foi deixada é: eu trabalho com fotografias. Sou fotografo amador, mas com um ‘quê’ de abuso, que me permite ver um pouco alem do que outras pessoas.
Todos sabem que as mulheres maravilhosas que aparecem em revistas masculinas são digitalmente alteradas. Photoshop é o ‘Santo Graal’ ou a ‘Fonte da Juventude’ para as mulheres, porque com ele não existe as rugas, estrias, celulites e outras coisas que assombram as mulheres.
Eu por saber disso, bem como aplicar isso em algumas edições que me são solicitadas, não vejo essas mulheres como deusas, mas como mulheres normais.
Mas a verdade é que eu realmente perdi o tesão por ver qualquer tipo de revista/site de nudismo ‘erótico’.
Então um recado aos ‘cuecas’ de plantão: parem de babar por mulheres que nunca terão (pelo menos com a facilidade de uma ‘homenagem’) e comecem a prestar a atenção na mulher que tem ao seu lado (seja noiva, namorada, ficante), porque essa é a mulher perfeita. A mulher que te atura e te ajuda!
Quer ‘homenagear’ alguém? Faça isso por ela.
17 de fev. de 2009
Plantão Aleatório.
Egocentrismo é um mal palpável em alguns deles.
Mas a verdade é que estou apenas chacoteando (pt. zombando) e fazendo graça as custas dos outros.
Isso tudo para por a luz da revelação os eventos programados para o mês de março ou pelo menos, parte deles.
- Nova enquete;
Algumas pessoas já conhecem essa minha mania de perguntar aos meus leitores, por mais que sejam poucos e menos ainda os que se pronunciam (mas sei quem são; uma salva de palmas ao Google), sobre o que eles querem ler em uma data pré-determinada.
Pois bem; novamente vou perguntar a você, leitor do ‘Aleatoriamente Rom’, sobre o que deseja ler.
Os tópicos serão colocados a disposição para votação ainda hoje. Basta olhar na barra lateral e votar.
- Galhofa;
Pois bem, demorou bastante, mas finalmente vai acontecer [Rom faz figa]. O meu stand-up, em conjunto com o meu caro amigo Augusto Sergio, está (pré)definido para o dia 03.03.2009, a ser apresentado na Casa de Cultura Sylvio Monteiro, em Nova Iguaçu.
A hora de exibição (única exibição no local e no dia em questão) ainda está para ser definida.
Para os que não sabem do que se trata, apareça na Casa de Cultura no dia 03 de março e saberá.
Fiquem a postos.
Baile de Mascaras na vida real.

Um professor da faculdade disse, em um dado momento, que eu tenho uma visão lógica sobre as atitudes das pessoas e que eu costumo analisar as mesmas.
Não posso dizer que ele estava de todo errado, ate porque ele não estava errado. Eu costumo analisar as pessoas. Não da forma como muitas pessoas costumam imaginar. Eu observo a freqüência com a qual a pessoa realiza uma determinada tarefa; como ela age mediante a um determinado estimulo externo ou até mesmo como ela age quando excitada.
Já fui em varias festas apenas com o intuito de ficar observando as pessoas ao meu redor. Um tipo de voyeurismo, eu acredito. Não no sentido de que isso me excitava (talvez até excitava), mas porque eu me considero um observador da natureza humana, se pode dizer.
Estava conversando com a Atre (do ‘Conversa Atrevida’) e uma coisa que ela mencionou me chamou a atenção.
Se eu estiver desvirtuando algo que a Atre tenha dito, peço que ela me corrija.
Estávamos falando sobre nossos blogs e sobre os comentários que recebemos. E vimos que algumas pessoas se chegam até nós com uma curiosidade perene, buscando sempre algo de melhor para as suas vidas, seja uma palavra de conforto, seja um palavra de carinho, seja a explanação de um tema curioso, seja sexo ou seja apenas porque se sentem sozinhas e querem companhia.
Mas percebemos uma vertente que, mesmo querendo companhia, possui um medo de doar-se e envolver-se, mesmo que seja virtualmente.
Algumas pessoas se aproveitam do universo virtual, através de blogs, orkut, profiles, para esconder (ou simplesmente revelar) uma faceta que não tem coragem de mostrar no dia a dia.
Como uma vez eu mencionei (não sei se aqui ou com alguem que conversava), mas eu sempre imagino que tipo de nickname aquela menina da contabilidade usa na internet.
Sabe aquele estereotipo de menina indefesa, quietinha, nerd? Pois bem, essa mesma pessoa pode ser uma completa devassa na cama, daquelas que batem na cara, xingam e fazem de tudo e mais um pouco quando está enlouquecida de tesão.
Eu realmente não sei o porquê das pessoas ainda terem medo de mostrarem sua verdadeira faceta (ou o seu Lado B); será que hoje, mesmo em meio a tantas revoluções culturais e cientificas, continuando a manter a mesma mentalidade dos nossos avós? Será que os tabus impostos pela sociedade ainda têm mais validade e força que a nossa vontade de fazer a diferença e sermos nós mesmos?
Não concordo e não aceito.
Não estou querendo dizer que devemos deixar de lado a razão e destruir tudo. Mas não consigo conceber pessoas que conseguem manter a ‘mascara que cobre seu rosto’ a todo o custo, sacrificando sua individualidade e sensualidade/sexualidade.
Por que não compreendem que no momento em que faz um comentário, deixa um scrap ou mantém algum tipo de contato, você acaba de baixar a guarda e se tornou um pouco mais próximo e intimo da pessoa a qual o blog você acaba de comentar? Não somos bichos-papão, somos apenas pessoas comuns que decidiram abrir a porta de nossas vidas para que outras pessoas pudessem aprender com as nossas experiências e nós, consequentemente, aprender com as suas experiências.
Baixe a guarda.