Mostrando postagens com marcador fantasias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fantasias. Mostrar todas as postagens

24 de set. de 2009

Gozando entre Aspas


Quando eu criei o "Aleatoriamente, Rom" a minha ideia era criar um "tabloide" com coisas que ocorrem por aí.

Mas aí eu sempre me surpreendo com as doideiras que aparecem.

Noticia de rodapé do Meia Hora do dia 24 de setembro de 2009:

Boneca já vem com "ponto G".

Uma empresa alemã acaba de criar uma boneca sexual high-tech, batizada de Andy. A fabricante First Androids (Primeiros Andróides) cria bonecas feitas de silicone muito parecidas com mulheres de verdade, mas, dessa vez resolveu revolucionar ainda mais.Os bonecos (há uma versão masculina) são interativos e podem suar, inchar partes do corpo e ate "ter orgasmos". Segundo a fabricante, alem de suportar multiplas posiçoes sexuais, a Andy "respira de maneira ofegante" e "tem ponto G". A boneca está sendo vendida pelo equivalente a R$7,6 mil.

Isso me fez refletir e pensar bastante, mas nada referente a pegar e guardar uma grana para comprar uma dessas, ok?

Tirando o fato do excesso de aspas-texto-aspas, sejamos honestos; uma coisa desse genero é, no minimo, muito estranha, não é?

Nada contra as pessoas que utilizam seus brinquedos para realizar suas fantasias eroticas; da mesma forma que nada contra as pessoas que possuem suas bonecas sexuais em casa. Mas eu sou o unico que achou isso deveras estranho?

Como uma boneca poderia transpirar, respirar ofegante, ter orgasmos tudo isso entre aspas?

Eu não tenho experiencia de caso para mencionar sobre isso, mas saliento que prefiro muito mais uma mulher de carne e osso que pode transpirar, respirar, ter orgasmo reais a uma que faz isso tudo entre aspas.

Obvio que a tal Andy não é a imagem em questão, né?

23 de fev. de 2009

Carnaval de grego.


Seguir blocos, sair fantasiado de piranha, vestir ‘abadas’, encher a cara (parte boa). Isso resume o carnaval de muitas pessoas.
Mas não resume o que é o meu carnaval. Ainda mais o carnaval em casa.

Deprimente.

O meu carnaval inteiro se resumiu a ir para o Clube a qual sou sócio e ficar de molho (pelo menos no domingo), beber um pouco (modéstia) e passar o resto do dia na frente do ventilador, vendo TV.

E foi num momento desses que eu me peguei (ui) vendo o 'Grande Irmão Brasil'. Sei que muitas pessoas vão dizer que eu realmente cheguei ao fundo do poço nesse momento. Eu acredito nisso tambem, mas deixe eu contar a minha versão da situação.
Estava eu sem porra nenhuma nada para fazer. Não estava com saco para jogar um PS2; está tarde para caralho caramba e ligar para qualquer pessoa àquela hora era pedir para escutar meia duzia.

Então comecei a aplicar a minha tese sobre neo-voyeurismo. E não posso negar que me surpreendi com o prazer que me deu em ver a Maíra e Flavio conversando por horas (isso não é força de expressão) sobre os casos afetivos da 'sister'.

É inevitavel que seja feito alguns tipos de comentarios sobre a situação que ela descreveu. Não sou adepto a isso, mas existem momentos em que nem eu mesmo suporto os meus pensamentos insanos.
Não estou julgando a menina, até porque não tenho nada haver com a situação dela, bem como ela não faz a minima ideia de que existe um blog sendo escrito por um insano como eu. 

Mas uma coisa eu preciso comentar.
Eu tive relacionamentos conturbados. Muito. Daqueles de que quando acabava, eu era chamado de filho da puta para baixo. Eu escutava nomes e impropérios que eu nunca imaginei que existiam. Mas coitada dessa menina. A vida afetiva dela é digna da Faixa de Gaza. Sem sacanagem.
O 'brother' mencionado acima fez um comentário que eu me escangalhei de rir sozinho no meu quarto: 'Caraca, voce passou por tudo, artista circense, ladrão, bebado, sequestrador, insano. Só faltava pegar alguem normal'.

Agora entendo o porque de algumas pessoas que eu conheço estarem acompanhando essa edição.

..

Agora um ultimo comentario sobre o carnaval.
Isso foi como uma epifania.

Podemos comparar o carnaval como um trem.
No trem (pelo menos no Rio) temos varios grupos etnicos, mas ou mesmos como os bairros americanos demonstrados naqueles filmes hollywoodianos.

Temos o vagão evangélico. O local onde você vai de Japeri até a Central ouvindo pregações por pessoas que consideram que perdigostos são iguais a unção dada pelos padres. 
Temos o vagão do pagode. O pessoal começa a batucar desde cedo e já a partir da segunda-feira. Eu ainda acho que o povo nem chega a dormir. Já começa a semana pegando a cerveja, o pandeiro, o cavaquinho e vão-simbora.
Temos o vagão feminino. Inicialmente era para ser um vagão, como o proprio nome diz, apenas para mulheres, para evitar que elas sejam bolinadas, apalpadas, encoxadas, e-acho-que-voces-entenderam. Mas atualmente tem sido usado tambem por homens que não estão certo do seu papel na grande cadeia sexual do mundo. Brincadeiras a parte.
Tem o vagão da pegação; para aqueles mais assanhadinhos que desde de segunda-feira, às 06h da manhã, já encontram força e disposição para xavecar.

Ou seja, eu considero que os vagões de trem se equivalem aos blocos de carnaval. Cada um se identifica com o seu e vai seguindo.

E isso tudo me veio nesses dias de carnaval, para voces verem como a coisa ficou feia para o meu lado.

Espero que ninguem fique chateado comigo. Mas se ficar tambem, me processa. Isso tudo faz parte de uma grande brincadeira ok?