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11 de jul. de 2009

Prazer, Sexo e Parafilias

"O macaco que olha o rabo do outro, não olha o proprio rabo".
Nossa, nada mais velho do que esse famosíssimo ditado popular brasileiro, certo? Mas e quando a citação alcança um patamar verdadeiro?

Eu estava fuçando a internet e acabei entrando no Wikipedia e como grande curioso que sou comecei a procurar sobre assuntos que me interessavam. Como de costume, sempre que começo a fazer essas pesquisas, esqueço mais da metade das coisas que estava procurando, mas o que eu consigo encontrar me traz mais prazer do que o esperado.

E foi sobre isso que fui procurar: prazer.

Como assim, Rom? Foi no Wikipedia procurar prazer? Por que não entrou em um site de conteudo adulto para isso?

Não é esse tipo de prazer que voces estão pensando. [risos]

E foi nessa que entrei no wiki Parafilias. Claro que deixando claro que como o Wikipedia é uma enciclopedia livre e onde todos entram e metem o que querem [entenda como quiser], nem tudo que vemos no wiki pode ser tido com grande relevancia. Mas é um bom começo para qualquer pesquisa.

Primeira coisa que vejo no wiki de parafilias é "uma parafilia é um padrão de comportamento sexual no qual a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade". Confesso que vi isso e fiquei admirado com a eloqüencia como isso foi escrito, porque de certa forma descreveu em simples palavras o que muita gente tenta em livros e mais livros.

Na imensa gama de parafilias [e bota gama nisso] citadas no wiki, encontramos das mais variadas. Desde parafilias por estátuas (Agalmatofilia) até uma bastante conhecida (não por pratica espero) como a parafilia por animais (Zoofilia).

Mas é óbvio que vemos/lemos muito besteira no meio disso tudo. Como, por exemplo, uma "nota" deixada no link de Alvenofilia, onde o orador informa que "pesquisa também revelou que 97% das praticantes da Alvenofilia são também adeptas do fisting ( introdução de uma ou duas mãos no anûs ) e do alargamento anal", o que eu acho uma tremenda bobeira, já que não necessariamente uma pessoa que curta uma forma de parafilia vai curtir outra.

Porem acredito que de todas as parafilias que motivam o meu lado sexual [tirando o BDSM] acho o que mais me conceder prazer é a Podolotria, que nada mais é que a afeição por pés. Tudo bem que o sentido de podolatria é bem mais amplo do que o meu sentido pessoal.

Eu tenho uma fascinação por belos pés que me deixa aturdido.

E para finalizar, vou fazer uso de uma frase dita pela B. do AVS: fetiche estranho sempre é o fetiche do outro. E acho que não devemos nunca ficar julgando as pessoas pelo que gostam ou deixem de gostar.

E por isso que eu digo: viva e deixe viver.

E não esqueça que independente do tipo de parafilia, da forma como será concebida o ato sexual, prevenção é tudo. USEM SEMPRE CAMISINHA!

13 de mai. de 2009

Colegiais e Parafilias



Uma senhora passa na rua, homens olham e admiram; alguma novidade nisso? Nenhuma, né?

Uma jovem em seus 25 anos passa pela rua, homens olham e detêm-se ao olhar para ela; continua na mesma, certo?

Uma garota, em seus 17~18 anos, passa pela rua, vestida de colegial, homens param, olham, babam, desejam e se excitam com a imagem e com a sua imaginação despertando.

O descrito acima é uma das coisas mais comuns para a maioria dos homens. São os sonhos de consumo referentes a mulheres com roupas de colegial.

Esse desejo chega ao ponto de ser quase que uma parafilia ou fetiche. Noventa entre noventa e um homens têm ou tiveram em algum momento da sua vida, um desejo ardente por uma/mais meninas vestidas de colegial.

Tanto que não faltam materiais, sejam filmes, desenhos, livros, revistas, todas de cunho erótico com o tema em questão.

Em uma conversa com um dos amigos da faculdade (ele sem saber que eu escrever sobre isso), abordei sobre o referido fetiche e ele me disse a seguinte coisa: Acho que a tara por colegiais não é necessariamente por conta da roupa em si, mas pela imagem de pureza que ela transmite; sendo assim podemos dizer que a maioria dos homens tem um “p” de pedófilo, mesmo sem ser. (risos)

Um caso a ser abordado é o do livro Lolita, onde é narrado a historia de um homem que não resiste aos encantos infantis de uma menina e por conta disso comete vários atos passiveis de punição. Tanto que o livro é iniciado com o homem perante um julgamento.

Sendo assim acho que visão que os homens têm (e não posso me excluir desse grupo) é realmente por um pensamento em que ele vai ser o guia sexual daquela pequena rosa, por assim dizer.

Não estou sendo a favor da pedofilia, longe de mim dizer tal coisa. Mas se perguntar a qualquer homem, provavelmente haverá unanimidade quanto à preferência da fantasia sexual de cada um.

O mito da colegial é apenas isso: um MITO. Eu já tive a oportunidade de me relacionar com uma colegial e passado a situação do tesão louco por uma mulher trajando aquele tipo de roupa, foi como uma transa normal. Sem coisas assombrosas, sem peripécias loucas.

Não estou negando que a visão de uma mulher vestida de colegial, deixe de despertar o tesão, mas é apenas isso, não sendo o todo e apenas uma ínfima parte. A menos que você queira transar com uma roupa, ignore-a. Mas é inevitável que em algum dado momento o seu namorado/noivo/marido, venha pedir a você, mulher, que se vista de colegial. E isso não quer dizer, necessariamente, que o cara tem pretensões de te trair com alguma colegial-lolita.

Em contrapartida acho que de todas as perversões existentes na mente de um homem a que mais me agrada é a tara por professoras. O inverso completo da tara descrita em todo o texto; morre a menina ingênua que precisa de um mestre e entra a deusa que vai te ensinar.

É errado? É obvio que não. Cada um tem o seu gosto, seu desejo secreto, sua tara, sua parafilia. É isso que nos define como pessoas.

Viva a sua sexualidade, sem receios, mas antes de se aventurar a cortejar (nossa, me senti o meu avô) a colegial, lembre-se: PEDOFILIA É CRIME!

Sendo assim, nada de ficar rondando algum Instituto de Educação. Proponha a sua companheira uma brincadeira e seja feliz.