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21 de jul. de 2009

Soltando o Verbo sobre Michael Jackson, Star Wars e Harry Potter


Esse blog está um marasmo só. A explicação disso é que este escritor está passando pela pior fase da sua vida: bloqueio criativo.

Estou pesquisando sobre varias coisas e até o momento não consegui encontrar nada que realmente valesse a pena colocar aqui.

Sendo assim pensei em falar algumas coisas que eu tenho notado de um tempo para cá.

A primeira foi a notoria e meteórica admiração que todas as pessoas descobriram ter pelo falecido Michael Jackson. Caminhando pela cidade onde trabalho e moro, vejo em cada banca de DVD's pirata de facil acesso mais de 5 tipos diferentes de apresentações, shows, clipes do MJ.

Pode parecer bobeira, mas as TV's por assinatura nunca exibiram com tanta vontade e frequencia a show de nenhuma estrela do pop. No site das Lojas Americanas, até a morte dele, não havia mais do que 2 tipos de DVD's, ao passo que hoje, encontra-se aos borbotões.

Outra coisa que eu notei foi que a febre Harry Potter ainda não foi amenizada nem um pouco. No cinema local, no dia da estreia, a fila estava dado voltas como se estivesse sido distribuido doces. E não obstante, ainda existem filas quilometricas para assistir ao filme do pequeno [já nem tão pequeno assim] bruxo, mesmo já tendo passado bastante dias desde sua estreia, no ultimo dia 15.

A autora J.K Rowling, deve estar mais do que feliz pela franquia. Eu confesso que li todos os livros e digo que [infelizmente] a autora deixou mais pontas soltas do que uma colcha esfiapada.

Mas isso apenas serve para gerar rumores de que ela poderia lançar algum livro posteriormente.

É esperar para ver. Eu sinceramente acho que as aventuras do "garoto com raio na testa", devem ficar do jeito que está. Não vamos mexer que pode começar a feder mais ainda, né?

Uma prova viva disso é a serie Star Wars, onde o George Lucas tinha feito um trabalho excepcional e maravilhoso na Trilogia Original (Eps. IV, V e VI) e depois, com o pensamento de explicar como chegou aquele ponto, cagou toda uma historia e a mente de uma geração.

Mas nessa eles enchem o bolso de grana e os nossos olhos de pimenta.

Rom é um nerd que se ofende com as coisas que vê pela cidade..

2 de mai. de 2009

O Som da Luxuria


Voces devem se lembrar do post O Musical das nossas vidas do dia 28 de abril, onde eu falava sobre a tendencia de sempre estar conectado com a musica em nossas vidas.

Confesso que aquele post foi feito para mim tambem. Ainda mais que eu sou um musico (por maioria de votos) e sempre gostei de musica desde os meus sei-lá-quantos-anos. Desde que me lembro, escuto musica.

Meu pai é um grande professor nessa área e devo a ele o meu gosto por musica. Mesmo que hoje, nossos gostos por musica sejam muito diferentes, ainda assim encontramos alguma compatibilidade nessa nuance.

Mas uma coisa me passou hoje pela mente e decidi compartilhar o meu momento de insanidade epifania com todos que aqui passam. Me dei conta de que como as pessoas que adoram musicas, temos aquela musica que nos excita ou inebria ou nos faz viajar em um momento de luxuria completamente em silencio.

E mediante a isso, gostaria que cada um de voces me dissessem qual é a musica ideal para aquele momento de luxuria.

Nota: para mim nada supere Because of You do Ne-Yo

28 de abr. de 2009

O musical das nossas vidas.

A musica rege os momentos mais importantes das nossas vidas. Inevitável lembrar um momento romântico, divertido, feliz ou outros e não lembrar uma musica que poderia ter sido trilha sonora.

Pode ser um rock, pop, MPB ou qualquer outro tipo de musica. As pessoas sentem a necessidade de associar uma musica a seus momentos de felicidade ou tristeza.

É sempre assim. Um exemplo é o fato de casais terem “aquela musica” que traduz parte do seu sentimento; bem como associar àquela musica ao primeiro beijo. A situação mais compreensiva foi essa que eu acabei de descrever.

Quem nunca lembra uma musica que fez com que dançasse de forma frenética, a ponto de gritar até ficar rouco?

Aquela sensação nostálgica gostosa ao ouvir uma musica que lembra um amor antigo ou um amigo que há muito não vê é outro exemplo de como a musica faz parte de nossas vidas.

Agora, por que disso?

Algumas pessoas me acusam de ser um destruidor de sentimentos por conta das minhas explicações sobre casos normais. Mas a verdade é que eu apenas busco uma razão lógica para as coisas do coração, não porque sou um cara ressentido, mas por ser curioso mesmo.

Alguns cientistas afirmam que o nosso cérebro é mais especializado do que um processador Intel CENTRINO, sendo responsável por analise de informações de forma mais rápida que o mais veloz dos processadores criados pelo homem.

A minha idéia sobre o porquê de sempre associarmos uma musica a momentos importantes da nossa vida é devido ao bombardeio de informações, associações por conta da mídia através de comerciais e afins. Aprendemos com o passar dos anos e assistindo televisão ou ouvindo radio, que com musica fica mais gostoso de viver.

Tanto que hoje em dia é raro uma pessoa que não tenha o habito de ouvir musica. Nós andamos na rua e vemos pessoas com os seus MP3, MP4, Iphone’s, Ipod’s, sempre ausente da realidade, embevecido em seus mundos pessoais ou num universo musical. E não fica apenas nesses aparelhos, existem celulares e outros modos para viver essa vida regida a sons e estilos.

E com isso criamos vínculos com os momentos da nossa vida; sejam eles felizes ou não, quase como se vivêssemos num eterno musical da Broodway ou como aqueles estrelados por John Travolta, Julie Andrews e outros.

Ao terminar de escrever esse pequeno texto, noto que falta algo. Pode ser a ausência de musica.