6 de ago. de 2009

Winamp: Heroi e Vilão?

Vários players de MP3 existem. Tem o pessimo famoso Windows Media Player, com seus plugins e problemas vigentes. E temos o meu predileto: WINAMP.

Visualização simples, compacta, fluida.
Você não precisa ser um gênio da informática para fazer esse programa [enviado dos céus] para tocar a sua playlist. Até mesmo nas versões mais atualizadas do programinha, com funcionalidades que não valem de muito para os leigos, não existe muita dificuldade para utilizar.

Tudo isso para dizer que eu adoro o fato de como as musicas fazem sentido nos momentos mais estranhos.
Se voce estiver passando por um momento ruim ou boa, pode acreditar que do nada uma musica sobre o momento vai começar a tocar em algum local proximo, mas não se desespere e nem se atire pela janela. Isso é mais comum do que possa imaginar.

Isso nada mais é do que uma espada com dois gumes. Pode te ajudar a sair da fossa ou meter uma botina na sua cabeça e afundar o seu crânio na merda!

E o Winamp alem de ser um otimo player, tambem é otimo para fazer isso. Parece que ele tem um prazer mordaz de fazer isso.

E quando voce está bem, tipo, depois de esquecer uma amor fracassado, parece que ele - no caso o Winamp - vai esperar apenas o momento mais oportunuo para puxar o seu tapete, meter o dedo na ferida ou tacar areia nos seus olhos.

Façam o teste. Peguem todas as suas musicas, componentes da playlist da sua vida e coloque para tocar aleatoriamente no Winamp. Não vai demorar 1 hora para que voce acabe ficando meio deprê e querer meter uma faca na sua jugular com uma ou duas musicas.

Um bom programa realmente. Mas tome cuidado com o que voce colocar para tocar nele.

Luz da Lua

Linda.
A única palavra que se passava pela minha mente ao vê-la daquele jeito; nua, serena, entregue a um momento de luxúria meu.Não era necessário toca-la para saber o quão suave e macia era a sua pele. E ali estava ela, completamente a minha mercê, sem se preocupar com o que eu poderia fazer com ela.
Segurança e confiança são tudo o que temos e tudo o que precisamos no momento de entrega, que é o prazer carnal. Eu sabia que ela estava me esperando, tal como sabia que ela estava simplesmente pressentindo o que eu estaria para fazer logo depois.
Eu a observava e com desejo nos olhos a cobiçava. Ela é tudo o que eu sempre quis e mais; muito mais. A luz da lua invadia o quarto e sua efemeridade refletia sobre a sua pele, branca, tornando-a ainda mais deliciosa. Seus cabelos negros refletiam o brilho tênue da lua, enquanto que os seus olhos castanhos miravam os meus com um agradável desafio.
As curvas do seu dorso era um convite aos meus lábios; seu pescoço uma nítida provocação aos meus lábios; seu sexo um último caminho a ser desbravado. Só de lembrar, meu sexo começa a pulsar e minha mente alcança lugares nunca antes percorridos.
E ali estava ela, presa, acorrentada, humilhada; uma escrava de seu próprio desejo. "Sou sua" foi o que ela disse; "Tenha-me para você” o que ela desejou.
Com desejo nos olhos tomo-a em meus braços e deixo que as minhas mãos percorram seu corpo lindo e perfeito. E finalmente sinto o seu corpo e o seu sexo envolvendo o meu; e nada mais parece manter a sua coerência, nem formas, nem sentido. Apenas dois corpos sedentos de desejo, transbordando de prazer e luxuria cálida.
Tudo isso sob o olhar impassível da Lua.

4 de ago. de 2009

Dando No Coro

Casar-se é uma vontade que a maioria das pessoas têm hoje em dia.
Seja para ter aquela pessoa que você ama/gosta/whatever do seu lado, o que é muito nobre. Ou pode ser por querer ter uma pessoa para quem retornar a noite e ter o calor do corpo dessa junto ao seu.

Mas uma coisa que não pode acontecer é que fazer isso baseado em um sentimento "falso", pois pode acabar entrando pelo cano.

Foi sobre isso que a americana Kristin deveria ter pensado antes de casar com o octagenário Joe Hardy.
O coroa botou a noiva para correr, ainda mais com a sua insaciavel sede de sexo.

Quem quiser ler a reportagem na integra, clique aqui.

Mas uma coisa eu digo: o coroa faz mais que muito garotão por aí.

3 de ago. de 2009

Um Lenço, Um Momento, Uma Sensação.

O relógio bate 12h e a gama de pessoas saindo para almoçar lota as ruas da cidade.
Todos vivem de forma frenética e dinâmica. Trocam momentos de reflexão por refeições rápidas dos famosos fast-food e seguem como a sua vidinha.

Ela observa pela janela e vê todos nesse movimento cadenciado que toma conta das vidas das pessoas. Ela toca a janela, única barreira que separa a sua vida daquelas loucas que se equiparam as formigas produzindo freneticamente o alimento para o inverno.

Sobre a cama repousa um corpo moreno, semi-atletico; adormecido. Seus cabelos negros estão desgrenhados, o que lhe concede um toque infantil com contrasta com seu ar de homem maduro.

Ainda podia sentir o toque firme, vigoroso, apesar de suave sobre o seu corpo. Suas carícias, seus beijos, sua forma de olhar, tudo isso fazia com que o seu coração disparasse a mera lembrança. Vê-lo deitado daquela forma, completamente entregue submisso, sem temor do amanha era uma coisa que apenas ele sabia fazer e estar envolta em seus braços, compartilhando dos seus sonhos, sentindo o calor do seu corpo e a segurança que lhe fornecia, era uma das coisas que mais sentia falta quando ele estava longe.

Ela volta a observar a cidade pela sua janela; o sentimento de estar distante daquele balburdia diária fazia com que sentisse paz.
Quando volta seus olhos para o seu amado que jazia adormecido eis que se depara com os olhos dele a mirar-lhe.

'Oh, meu Deus. Esses olhos; parecem olhar minha alma!', é o primeiro pensamento que passa por sua mente, antes de sorrir constrangida.

- Você não sabe que é feio e falta de educação ficar espiando as pessoas?
- Não resisto! Desculpe. Mas olhar você é um exercício que eu faria o dia inteiro; é como observar um quadro recem-pintado; como ver o nascer do sol e seu derradeiro pôr no horizonte. Observar cada curva, cada detalhe, cada pedaço do seu corpo é uma descoberta para mim. Uma descoberta que me inebria e me toma com tamanha força que é incapaz de resistir.
- Você é um galanteador barato e sabe disso! Acha que pode me dobrar com essas palavras carinhosas? - diz ela com um sorriso de satisfação.
- Eu juro que acreditava que pudesse!
- Vai ter que fazer mais que isso para me agradar e me dobrar!
- Hum.. sente-se aqui. Tenho algo em mente.

Ela caminha enquanto os seus olhos brilham de curiosidade; 'o que ele tem em mente?', era a pergunta que martelava na sua cabeça, mas isso não a impediria.

Ao sentar-se, ela a beija um leve roçar de lábios transforma-se num contato intimo e apaixonado em pouquíssimo instante. Ela sente seus mamilos enrijecerem e seu sexo umedecer sua roupa intima, mas há algo diferente.

Ela abre os olhos no momento em que o vê puxando um lenço de cetim e se depara com um sorriso sacana.

- Ainda confia em mim?
- Sim, apesar de você saber que eu não gosto tanto disso.
- Você vai mudar de opinião, caso contrário, nunca mais eu faço isso, combinado?
- Combinado.

Ela sente o leve roçar do cetim tocando-lhe as maças do rosto. Em um segundo, seu mundo torna-se escuro e sem a visão, seus outros sentidos parecem receber um incentivo para aguçarem.

Ela começa a ficar tensa, sem saber ao certo onde ele está.

Ele sabia que seus sentidos estariam mais aguçados e que qualquer toque produziria um efeito único. Ele pega um pote de creme hidratante, passa em suas mãos e percorre o corpo dela suavemente.

Ela sente um pequeno calafrio quando sente as mãos dele percorrendo o seu corpo, sempre adorava quando ele massageava suas costas, mas em um determinado momento o contato cessa.
Ele estava feliz pelo que tinha visto inicialmente; sua amada estava relaxando e entregando-se aos seus toques. No auge da massagem que desferia, ele cessa o contato com a pele dela e simplesmente observa enquanto ela volta a ficar tensa pelo silencio e ausência.

Ela sente os pelos de sua nuca se atiçar quando é beijada de leve, enquanto estica suas costas; não resistindo ao que acabara de ver, ele sorri e coloca-se a beijar seu pescoço a partir da nuca, percorrendo toda a extensão do seu pescoço, percebendo que sua respiração começa a ficar mais sôfrega.

Ela está vestida apenas com uma pequena roupa intima que ele vê que está umedecida pelo fruto de seu sexo; a sua pele encontra-se arrepiada e os mamilos enrijecidos.

Ele ergue a mão levemente e percorre o limiar de seus belos seios, fazendo com que ela solte um pequeno gemido de prazer, enquanto que o seu mamilo fica mais enrijecido, mas apesar disso, sente que seus músculos ainda estão retesados. Ao notar isso, ele começa um lascivo beijo ao seu pescoço, alternando entre pequenas mordidas, que faz com que ela finalmente se entregue.

Ele está satisfeito, muito na verdade! Com isso ele a liberta de seu mundo obscuro e com um sorriso a saúda.

- O que achou?
- Achei a brincadeira muito sem graça, tá? Não deve brincar com as pessoas assim.
- Diga que não gostou e eu nunca mais faço!
- ...
- Foi o que eu achei!

Eles se beijam com sorrisos aos lábios.

- Se você acha que vou deixar ir embora assim, pode esquecer!
- Amor. Tenho que ir trabalhar daqui a pouco!
- Hoje você vai chegar mais tarde, você vai me pagar pelo que fez mocinho.
- Estou morrendo de medo!

2 de ago. de 2009

Recepção Calorosa


Estou sentado a minha cadeira, na mais completa escuridão.
Já faz algum tempo que estou aqui, mas o tempo nada tem a ver com isso. Esperaria o tempo que fosse necessario.

Passam as horas e eu continuo impassivel, até que escuto o tilintar de chaves e o som da fechadura sendo aberta.
Ela estava linda como sempre. Em seus 1,53m conseguia ser uma belíssima e, por mais que as pessoas não compreendesse, imponente mulher. Como a Empresa onde trabalha exigia trajes sociais, ela se portava de acordo, mas sempre com um toque poderoso de sensualidade.
Estava trajando um belíssimo terno em risca de giz, que contornava seu corpo com tamanha suavidade e delicadeza, como um amante que toca apenas a superficie do corpo de seu objeto de admiração. Usava um belissimo echarpe de linho envolto em seu pescoço; uma meia-calça escura que realçava e definia ainda mais o belo par de pernas que ela possuia; estava usando um lindo Vizzano que fora um presente meu.

- O que está fazendo no escuro? Parece doido!
- Estava esperando voce, meu anjo.

Me levanto e caminho na sua direção e no exato momento em que ela ergue a mão para acionar o interruptor, a detenho segurando sua mão.

- Somos vampiros agora? - ela pergunta com um sorriso consternado nos lábios.

Fecho a porta com a mão livre e observo o seu olhar curioso. Ainda segurando sua mão esquerda, tiro sua bolsa e jogo sobre o sofá.
Coloco-a com as costas contra a parede, segurando agora suas duas mãos sobre a cabeça, fazendo com que exiba um corpete de rendas que escondia por debaixo do terno.

- Hum.. engraçado como certas visões pode nos levar a viajar de forma inexplicavel.

Ela me olha com um misto de fascinação, excitação e medo; mesmo me conhecendo há tempos, nunca havia me visto dessa forma. Ela sente seu sexo pulsar pela situação, ainda mais quando o vê sorrindo de forma sacana e começando a abrir seu terno.
Ela começa a contorcer-se, cruzando suas pernas e tentando fazer isso de forma que ele não note.

Eu a observo; sua respiração está cada vez mais ofegante, seus seios belos e delicados arfam junto com a sua respiração, fazendo com que o corpete crie destaque a cada inspiração. Ela começa a cruzar as pernas e isso é sinal que a excitação começou a transbordar de seu corpo e umidecer seu sexo. Um lascivo beijo é concedido a ela por conta disso, um beijo a qual se entrega de corpo e alma, como sempre fizera.
Suas pernas começam a fraquejar e nesse momento eu começo a acariciar o umido sexo de minha amada que solta um gemido sófrego, porem cheio de paixão.

Enquanto eu a beijo, minha mão percorre toda a extensão do sexo dela, mesmo que por cima da calcinha, posso sentir o quanto ela estava excitada, pois sentia uma leve rigidez em seu clitoris e isso fazia com que o meu sexo pulsasse dentro da calça.

Suavemente, ela é posicionada de frente para a parede, enquanto que o beijo perdura, cada vez mais apaixonado, mais feroz, mais ávido de paixão.
Com suas mãos livres, ela sabe o que seu amado deseja, já o conhecera o suficiente para entender isso; dessa forma, apoia suas mãos contra a parede, empinando levemente sua bunda em direção a ele, enquanto que curvado sobre ela continua a beijar-lhe, acariciando seu sexo e seus seios.

A cada toque dele ao percorrer seu clitoris, ela sente como uma pequena descarga eletrica estivesse percorrendo seu corpo ao mesmo tempo em que movimenta sua cintura obdecendo o movimento determinado pela mão de seu amante.

Eu sinto a cada instante o meu membro pulsando dentro de suas roupas e isso me enlouquece. Ver àquela a quem tenho tanto desejo ali a minha frente, entregue a minha vontade faz com que eu fique cada vez mais excitado.
Não resistindo mais, erguo a saia do terninho e vê que ela usara a calcinha que mais adoro; tratava-se de uma calcinha vermelha com uma pequena renda na parte da frente, sensual e sexy que combinada com a tatuagem de anjo que ela possuia na base da coluna tornava a visão um deleite.
Não resisto; meu corpo desejava fazer amor com ela naquele instante, mas ao ver que seu sexo estava devidamente umido de prazer, coloco-me a sorver aquele delicioso nectar, colocando-me de joelhos e o fizera com tamanha vontade que ela sentia que a qualquer instante iria ter um orgasmo.
Pouco tempo sem passou até que eu tivesse sorvido todo o nectar que inundava minha face, fazendo-me delirar de prazer, e em meio a um leve tremor, mas poderoso o suficiente para faze-la ir abaixando seu corpo, ela finalmente entregara-se a um prazer mais forte que o que ela.

Eu a ajudo a levantar e mais uma vez a envolvo em meus braços para um delicioso beijo.

- Obrigado pelo presente, minha querida.

Ela, entre arfadas de ar, tenta recuperar o folego.

- Você é um canalha! Isso é jeito de receber alguem em casa?

Ela olha o meu sorriso, daquele jeito que fazia com que ela se lembrasse do porque havia se apaixonado por mim, um nerd canalha. Pois apesar de sacana, sempre conservara o olhar de menino e isso sempre a encantara.



Esse conto é um presente!